A queda estimada ultrapassa o limite de projeto de 3,0%. A tensão na carga fica em aproximadamente 222,1 V.
perdidos ao longo do circuito
Digite a corrente do circuito, o comprimento e a seção do cabo, e o material para ver a queda de tensão em volts e porcentagem.
Capacidade de corrente, temperatura, método de instalação, agrupamento, proteção, curto-circuito e normas locais também precisam ser verificados. Use a ferramenta como estimativa de projeto, não como aprovação de instalação.
Comece pelo tipo de alimentação e pela carga.
Comprimento informado é somente de ida; o retorno é considerado no cálculo.
O limite é configurável porque critérios de projeto e normas podem variar conforme país, circuito e aplicação.
A resistência é corrigida aproximadamente pela temperatura. Reatância é opcional e só influencia circuitos CA quando há fator de potência menor que 1.
Queda, tensão na carga e comparação com seu limite.
A queda estimada ultrapassa o limite de projeto de 3,0%. A tensão na carga fica em aproximadamente 222,1 V.
A barra compara apenas a queda calculada com o limite configurado — não representa capacidade de corrente ou conformidade normativa.
Entre as seções padrão comparadas, 6 mm² é a primeira que mantém a queda dentro do limite escolhido.
No monofásico, a ferramenta considera ida e volta. Resistência é estimada pela resistividade do cobre corrigida para 20 °C.
Preencha os valores, cole o texto ou envie o arquivo que esta ferramenta usa.
A maioria das ferramentas atualiza enquanto você digita; algumas usam um único botão. De qualquer forma, o resultado aparece aqui mesmo.
Copie, baixe ou compartilhe o que a ferramenta gerar — o controle é sempre seu.
A Calculadora de Queda de Tensão é uma ferramenta para estimar a perda de tensão em um trecho de cabo monofásico, trifásico ou de corrente contínua, a partir de corrente (ou potência), comprimento, material, seção e temperatura do condutor — incluindo fator de potência e reatância para circuitos CA — e recomenda a primeira seção de cabo padrão que mantém a queda dentro do limite escolhido.
Escolha o tipo de circuito, informe a carga por corrente ou por potência, o comprimento de ida, o material e a seção do cabo para ver a queda em volts e porcentagem, a tensão estimada na carga e a primeira seção padrão que atende ao seu limite de projeto.
"Comprimento de ida" é sempre a distância da fonte até a carga, nunca ida e volta — a ferramenta aplica sozinha o fator correspondente ao tipo de circuito escolhido.
ΔV = 2 × I × L × ρ(T) / SΔV = 2 × I × L × (R·cosφ + X·sinφ)ΔV = √3 × I × L × (R·cosφ + X·sinφ)No modo "Corrente", digite o valor medido ou de projeto diretamente em ampères. No modo "Potência", informe a potência ativa (W), a tensão da fonte, o fator de potência (cos φ) e a eficiência (η) — útil quando você só tem a potência nominal de um equipamento, como a etiqueta de um motor, em vez da corrente já medida; a ferramenta estima a corrente equivalente antes de calcular a queda. Os atalhos de tensão (127, 220, 230, 380, 400 e 440 V) preenchem as tensões mais comuns em instalações monofásicas e trifásicas.
O fator de potência (cos φ) e a reatância aproximada (Ω/km, em "Ajustes técnicos") só afetam circuitos monofásicos e trifásicos, e somente quando o fator de potência é menor que 1 — nesse caso a queda soma uma parcela resistiva e uma reativa. Em corrente contínua o fator de potência é travado em 1 automaticamente ao trocar o tipo de circuito, e deixar a reatância em 0 Ω/km faz o cálculo usar só a queda resistiva.
A resistividade do cobre ou alumínio usada no cálculo é corrigida a partir da temperatura de operação do condutor informada em "Ajustes técnicos" (padrão 20 °C, ajustável de -20 °C a 150 °C) — um condutor mais quente tem mais resistência e, para a mesma corrente, mais queda de tensão.
O card "Primeira seção padrão que atende ao limite" avalia uma lista de bitolas comerciais, de 1,5 a 240 mm², nas mesmas condições de corrente, comprimento, material e temperatura informadas, e aponta a primeira (menor) seção cuja queda fica dentro do limite de projeto configurado — junto com uma comparação das bitolas padrão mais próximas da seção que você digitou, marcando quais atendem ao limite. Se nenhuma bitola até 240 mm² atender, a ferramenta avisa em vez de sugerir um valor.
O "Limite de projeto" é ajustável de 0,1% a 20% (padrão 3%) porque critérios de projeto e normas variam conforme país, tipo de circuito e aplicação. A barra de margem só compara a queda calculada com esse limite — os estados "com boa margem", "margem pequena" e "revisar seção" não representam capacidade de corrente do cabo nem conformidade com uma norma específica.
O cálculo roda inteiramente no navegador a partir dos valores informados — nada é enviado a um servidor. Queda de tensão é só uma das variáveis de um projeto elétrico: capacidade de corrente do cabo, temperatura ambiente, método de instalação, agrupamento de circuitos, proteção contra curto-circuito e normas locais também precisam ser verificados por um profissional antes de aprovar uma instalação.
Use Corrente quando souber a corrente medida ou de projeto do circuito. Use Potência quando só tiver a potência nominal do equipamento — por exemplo, na etiqueta de um motor — junto com o fator de potência e a eficiência; a ferramenta estima a corrente equivalente antes de calcular a queda.
Cada um usa uma fórmula diferente: monofásico e corrente contínua aplicam o fator 2 (a corrente percorre o condutor de ida e de volta); trifásico usa o fator √3, que reflete a relação entre a tensão entre fases e a corrente por fase em uma carga equilibrada. Em corrente contínua, o fator de potência é sempre travado em 1.
Sempre de ida — da fonte até a carga. A ferramenta aplica sozinha o fator de ida e volta (monofásico ou corrente contínua) ou o fator √3 (trifásico); não dobre o valor manualmente.
Só em circuitos CA (monofásico ou trifásico) e apenas quando o fator de potência é menor que 1. Com a reatância em 0 Ω/km ou o fator de potência em 1, o cálculo usa somente a queda resistiva.
Porque a resistência de um condutor aumenta com a temperatura. A ferramenta corrige a resistividade do cobre ou alumínio a partir da temperatura informada (padrão 20 °C); um condutor operando mais quente tem mais resistência e, para a mesma corrente, mais queda de tensão.
A ferramenta testa uma lista de bitolas padrão (de 1,5 a 240 mm²) nas mesmas condições de corrente, comprimento, material e temperatura, e aponta a primeira (menor) seção cuja queda fica dentro do limite configurado — não é a bitola tecnicamente ideal para capacidade de corrente ou curto-circuito, só para queda de tensão.
Cobre, para a mesma seção — tem aproximadamente 60% da resistividade do alumínio a 20 °C, então um cabo de cobre da mesma bitola cai bem menos tensão que um de alumínio.
Não. Ela calcula só a queda de tensão; capacidade de corrente do cabo, agrupamento, temperatura ambiente, proteção contra curto-circuito e normas locais também precisam ser verificados por um profissional antes de qualquer instalação real.
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